
Em 1981, Heraldo Pereira foi transferido para a TV Campinas e começou a estudar jornalismo na Pontifícia Universidade Católica (PUC), onde se formou. Em 1985, veio para a redação da TV Globo em São Paulo. Depois de um período como repórter dos telejornais locais, passou a fazer matérias para o Jornal Nacional. Em 1987, transferiu-se para a sucursal da emissora em Brasília. Desde então, acompanha o dia-a-dia da política nacional.
Heraldo Pereira participou de coberturas importantes como a promulgação da Constituinte de 1988, as eleições presidenciais de 1989 e a decretação do Plano Brasil Novo. Em setembro de 1991, fez uma reportagem na África do Sul sobre os acordos entre o governo local e os grupos negros para acabar com a apartheid no país. A matéria foi exibida no programa Fantástico. Nesse período, o repórter também acompanhou uma visita do presidente Fernando Collor de Mellor a países como Luanda, Namíbia e Angola.
Logo depois, o repórter cobriu o processo de impeachment do Collor e acompanhou diversas eleições, como as de 1994, 1998, 2002 e 2006. Foi o mediador de alguns debates entre os candidatos a governador de estados como o Acre e a Paraíba.
Em 2001, Heraldo Pereira estreou como apresentador na bancada do DFTV e do Bom dia DF. No ano seguinte, tornou-se o primeiro jornalista negro a apresentar o Jornal Nacional. Desde então, faz parte do rodízio de apresentadores do telejornal aos sábados. Nessa época, o jornalista também apresentava um bloco com o noticiário político no Bom dia Brasil e no Jornal das Dez da GloboNews. Em 2007, passou a ser comentarista político do Jornal da Globo.
Desde 1988, Heraldo Pereira é casado com a jornalista Cecília Maia.
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